Diário de um Gnóstico


06/04/2007


MANTRAM ( Parte 2 )

Segue abaixo uma possível tradução do Pai-Nosso do original em Aramaico. Nós percebemos na mesma uma tradução bem diferente e isso pode ser por interesses obscuros da Igreja Romana. Utilize essa tradução para reflexão, mais em suas orações poderá continuar com a oração em português, pois a mesma lhe foi ensinada desde muito cedo, e portanto está pulsando em seu inconsciênte.

O Pai Nosso em Aramaico
"Abwun d’bwashmaya
Nethqadash shmakh
Teytey malkuthakh
Nehwey tzevyanach aykanna d’bwashmaya aph b’arha.
Hawvlan lachma d’sunqanan yaomana.
Washboqlan khaubayn (wakhtahayn) aykana daph khnan shbwoqan l’khayyabayn.
Wela tahlan I’nesyuna
Ela patzan min bisha.
Metol dilakhie malkutha wahayla wateshbukhta
l’ahlam almin.

Ameyn

 

Pai Nosso - (Uma Possível Tradução do Aramaico)
Ó Força Procriadora! Pai-Mãe dos Cosmos,
Focaliza Tua Luz dentro de nós, tornando-a útil.
Creia Teu reino de Unidade, agora
O Teu desejo Uno atue então com o nosso, assim como em toda luz e em todas as formas.
Dá-nos todos os dias o que necessitamos em pão e entendimento.
Desfaz os laços dos erros que nos prendem, assim como nós soltamos as amarras com que aprisionamos a culpa dos nossos irmãos.
Não permitas que as coisas superficiais nos iludam
Mas liberta-nos de tudo o que nos detém.
De ti nasce toda vontade reinante,
o poder e a força viva da ação,
A canção que se renova de idade a idade e a tudo embeleza.
Verdadeiramente - poder a esta declaração -
Que possa ser o solo do qual cresçam todas as minhas ações:

Amém

 

Categoria: MAGIA PRÁTICA
Escrito por Odair às 20h28
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MANTRAM

MANTRAM

A palavra Mantra foi traduzida genericamente no ocidente como sons de poder e hoje sua utilização é bem popular, aspecto este que no passado não existiu visto os mesmos serem privilégio de poucas escolas iniciáticas, monges, sacerdotes e iniciados.

Mantra é um termo sânscrito que significa Man- Mente e Tra- Alavanca, portanto Mantra é um instrumento que nos permite alavancar nossa mente a estados de Paz, aquietamento e consciência.

Os Mantram (No Plural se Escreve Assim) podem ser entoados (Swará) ou mentalizados (Manas) o importante é a concentração. A tradução dos Mantram não importa e um exemplo disso é que pouquíssimos cristãos sabem o que significa o Amém (Acrostico de Al Melech Neman – o soberano que nos é confiável).

Os Mantram abaixo relacionados podem ser utilizados tanto em processos meditativos como durante as tarefas do cotidiano.

Kabalístico: Ribonó Shell Olan
Que pode ser traduzido como Senhor Deus do Universo.

Budista: Namo Amida Butso
Eu me refugio na vida eterna dos Budas (iluminados)

Tibetano: Om Mani Padme Hum
É um Mantram Holístico que atua em todos os aspectos da vida.

Cristãos: Maran Atta: Que Deus venha

Proteção (Kabalistico): Ain Lameph Men

Cura (Kabalistico): Yud Yud Yud

Hindus:
Saúde: Om Aditiaia Namah
Prosperidade com Ecologia: Om Ganeschaya Namah
Paz: Om Shanti
Aumento da Capacidade de Amar: Om Klim Krom
Aumento da Capacidade da sexualidade: Om Krim Krom
Criatividade: Om Sarasvatiaia Namah
Proteção: Om Durgaya Namah

O "Pai-Nosso" é sem dúvida alguma o mantram mais utilizado pelos cristãos principalmente nas situações onde se quer a paz, quando há dificuldades na vida, nos momentos de medo e por outras diversas situações.

 

Categoria: MAGIA PRÁTICA
Escrito por Odair às 20h26
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OM Mani Padme Hum ( Parte 6 )

Hum – Exorcizando tuas sombras

Hum é representado como um som de limpeza, um grito de limpeza, um desafio a tudo aquilo que não é legal, aos nossos inimigos que, para alguns, são os pensamentos perversos, para outros são seres malignos, para outros, a ignorância e, para mim, o maior inimigo que temos é o ódio por qualquer ser e por nós mesmos.

O Hum significa o espírito solto para voar, a libertação de tudo aquilo que não faz parte da nossa própria alma. O Hum é universal, total; a descida da eternidade para o nosso coração. O OM é o infinito e o Hum é o finito. Ambos são importantes, mas podemos dizer que o OM também é o meio para compreender o próprio Hum. A eternidade faz com que compreendamos o nosso próprio corpo, por isso o Hum é considerado como se fosse a matéria, como Buda tocando a própria Terra, a nossa mãe Terra, Gaia.

Categoria: ARTIGOS GNÓSTICOS
Escrito por Odair às 20h20
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OM Mani Padme Hum ( Parte 5 )

Padme ou Padma

 

Padme representa, a flor de Lótus. Ela nasce nos momentos onde há mais sujeira, mais dificuldade. Nasce da escuridão, abre suas flores somente após ter subido além da superfície do lodo.

 

Padme ou Padma, ultrapassa este mundo. Existem pessoas que dizem “eu já passei por esta ou por aquela situação”. Já passou mas não ultrapassou, por isso que a situação vive se repetindo e esse som Padme é exatamente ultrapassar. Esse som representa a flor de Lótus que nasce. E cria emoções legais, o que é muito útil para as pessoas que têm dificuldades em lidar com as próprias emoções.

 

Esse som confere iluminação ao corpo emocional, sensorial, perceptivos, formações kármicas negativas e a iluminação da própria consciência. Também, segundo heremitas meditadores, permite que viajemos no barco do Todol que é um guia na vida após esta vida, no mundo vindouro. No Tibet, não se fala em vida ou morte, só existe a vida, as pessoas nunca nascem e nunca morrem, elas estão “aqui” depois estão “lá”, enfim, esse som facilita nossa passagem para outros mundos. Físicos ou não.

Categoria: ARTIGOS GNÓSTICOS
Escrito por Odair às 20h18
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OM Mani Padme Hum ( Parte 4 )

Mani

O Mani é o som da transformação. É considerado a jóia da mente ou a pedra filosofal, que nos dá a eternidade. Dentro do simbolismo OM Mani Padme Hum, Mani representa uma jóia brilhante, cintilante, perfeita, é considerado também como um cedro iluminado, que no Tibet é chamado de Vajra, que é o diamante da nossa própria mente e o que há de mais consciente nela.

Textos Pali budistas dizem que todas as coisas são precedidas, dirigidas, e criadas pela mente e Mani seria uma mente mais sutil, refinada, compaixão que é a preocupação com todas as pessoas e seres vivos. A tolerância.

O Mani cria a união com todos os seres, cria um Rúpa (forma). Karma Rúpa é o nome de uma forma de pensamento muitas vezes perversa ou egoísta e que pode, segundo as tradições esotéricas, criar um elemento conhecido como “miasma”, ou “encosto”, “obsessor” – um padrão negativo. O Mani atua como ecologia mental, criando um deva rúpa (anjo da mente). O som Mani atua no nosso manas, que é a nossa mente.

O Mani representa o voto do Bodhisatiwa, um ser que escolhe o caminho de auxiliar todos os seres vivos.

Escrito por Odair às 20h16
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OM Mani Padme Hum ( Parte 3 )

O OM nos ensina a meditarmos no som, no ritmo tranqüilo que é a devoção chamada de Bhakti.

-         “A essência de todos os seres é a Terra.”

-         “A essência da Terra é a água.”

-         “A essência da água são as plantas.”

-         “A essência das plantas é o homem.”

-         “A essência do homem é o verbo.”

-         “A essência do homem é o conhecimento sagrado (Rigveda).”

-         “A essência do conhecimento sagrado é a música divina (Sámaveda).”

-         “A essência da música divina é o OM.” 

Categoria: ARTIGOS GNÓSTICOS
Escrito por Odair às 20h15
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OM Mani Padme Hum ( parte 2)

Om (o mestre do som)

O OM, para o tibetano, dissolve o intelecto e a mente. Ele é o alto de uma pirâmide, a própria consciência, a luz, o som da iluminação, desperta nossa Terra, (sensação), água, (sentimento), fogo, (ação) e o ar, (pensamento).

Representa também Brahma, que é a mente universal. A vocalização ou a mentalização do OM, liberta de tudo aquilo que precisa ser libertado, é o som que afasta o apego. O OM conforme foi estudado no capítulo OM, a mãe de tudo faz parte de várias culturas, um dos nomes de Deus que mais aparece na Bíblia Judaica/ Cristã, é Adonai que significa Adon – Deus, Ai-meu Deus; e nós vamos encontrar na palavra Adon, o OM. Pitágoras, que utilizava o OM, chamava-o de harmonia das esferas, dizia que “cada som tem um corpo sutil, um corpo de vibração de ritmo e de átomos”.

Os tibetanos, na mentalização ou na vocalização do som OM, acreditam que seja necessária concentração. Este som não pode ser produzido mecanicamente. Muitos alunos já me perguntaram se simplesmente escutar um Mantra num CD ou Rádio daria a consciência. Acredito que o importante não é que o Mantra esteja no teu ouvido, mas no coração e na mente.

 

Embora seja expresso pela mente ou pela boca, o som vem do coração. Os tibetanos não aceitam que os Mantram sejam superstições, nem que sejam fórmulas mágicas e nem que o poder deles venha do psíquico do praticante ou que os “feiticeiros” usem os Mantram para conseguir algo.

No Tibet se dá muita importância para a Iniciação e a prática contínua do Mantra, espera-se que quando o Mantra é passado, que não seja um conhecimento teórico e sim algo para ser praticado. O estudo de muitos Mantram, segundo os tibetanos, foi uma das causas da queda da tradição mântrica. As pessoas estudavam, estudavam, mas não praticavam, não buscavam a “imortalidade da alma” através desta prática.

Para Buda, e praticantes budistas o OM protege, afasta muitos perigos e cria condições benéficas. Mas, muitas vezes, o Mantra não protege o homem de outro homem, da crueldade de outro homem. Tanto é assim, que todos os iluminados praticantes foram mortos pelo homem, porque o homem tem o livre arbítrio, ele tem um direito de agir como preferir.O  Mantra, portanto, não pode proteger o homem do próprio homem. (Medite nisso). Os índios que tinham conhecimento mântrico e de fé foram mortos aos milhares, negros africanos, com alta magia, foram mortos, os rabinos na segunda guerra mundial e estudantes de Kabbalah foram mortos pela crueldade do homem, mas o Mantra impede de ficarmos depressivos, melancólicos, tristes.

O Mantra permite que tenhamos um renascimento feliz, aliás, essa é uma das principais utilizações do Mantra OM dentro do Tibet: A busca por um renascimento num mundo favorável, porque, segundo os tibetanos uma pessoa pode reencarnar no que é chamado de inferno, também como elementais da Terra, que são plantas, pedras, enfim, como animais, como pessoas ou como “Devas” (anjos), que são seres que não têm corpo, é a ressurreição que Cristo tanto falava, tu não és mais corpo e tu passas a ser, digamos, simplesmente a tua alma, sem corpo físico. Reencarnação é voltar para o corpo e ressurreição é passear, viajar. Enfim, como uma alma, voltar ou não a carne, é uma opção.

Categoria: ARTIGOS GNÓSTICOS
Escrito por Odair às 20h14
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OM Mani Padme Hum

A iluminação vem do Tibet

O Tibet, considerado um país “mágico”, que preserva e respeita as práticas de Mantram, não faz desse instrumento objeto de comércio, nem simplesmente os utilizam para benefícios pessoais.

No Tibet, o Mantra é um meio para criarmos uma realidade mental de iluminação. A utilização do som faz nascer algo na mente e conseqüentemente no plano material, porque aquilo que a pessoa pensa, tende a se realizar na matéria, Buda diz: “O homem é aquilo que ele pensa.” O Mantra, portanto para o tibetano, tem uma força incrível. Somente quando o Tibet foi invadido pelos chineses e os monges exilados em vários países, é que esta tradição, até então secreta, se espalhou pelo mundo.

No Tibet do passado, os homens davam muita importância para aquilo que eles falavam,  comunicavam e pensavam.  Hoje, nos ensinam os Lamas, a TV, o Rádio, os jornais e nas pregações, as palavras são “jogadas ao vento”, as palavras muitas vezes se referem a aspectos mais perversos como por exemplo: besta quadrada – que é o quadrado, o limite, a besta que é o próprio mal. Quinto dos infernos – que é o pentagrama (estrela de cinco pontas) ao contrário. Desgraçado - sem a graça de Deus; desanimados –dês sem ânima - alma sem alma. Coitado – nascido de coito; enfim, as palavras hoje muitas vezes tem essa perversidade.

Os tibetanos mantêm a tradição de palavra viva que é a ciência do Mantra. Cada letra do Mantra para o tibetano é tratada com devoção, como algo muito precioso, como uma jóia. 

O Mantra mais forte e utilizado de toda a tradição tibetana, é o Mantra OM Mani Padme Hum.

Helena P. Blavatsky ensina que “Om Mani Padme Hum (os tibetanos pronunciam Om Mani Peme Hum), é associado ao bodhisattva da compaixão, Avalokiteshvara. Nesse Mantra, a sílaba Om representa a presença física de todos os buddhas. A palavra sânscrita Mani, jóia, simboliza a jóia da compaixão de Avalokiteshvara, capaz de realizar todos os desejos”.. A palavra Padme significa Lótus, a bela flor que nasce no lodo; do mesmo modo, devemos superar o lodo das negatividades e desabrochar as qualidades positivas. A sílaba Hum, representando a mente iluminada, encerra o Mantra. Assim a frase mística (Om Mani Padme Hum), quando corretamente compreendida, em vez de traduzida por palavras quase vazias de sentido como (Oh! A Jóia do Lótus!), contém uma alusão a esta indissolúvel união entre o homem e o Universo, interpretada de sete maneiras diferentes, com a possibilidade de sete distintas aplicações a outros tantos planos de pensamento e ação. Escolhemos como por exemplo a fórmula (Om Mani Padme Hum) por causa do seu poder quase infinito nos lábios de um Adepto, e de sua potencialidade quando pronunciada por um homem qualquer”.

Categoria: ARTIGOS GNÓSTICOS
Escrito por Odair às 20h06
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22/04/2006


Prática de Meditação

A prática da meditação:  

Primeiramente devemos escolher um local silencioso, arejado e limpo. O quarto de dormir é o ideal.

 Depois devemos nos acomodar em uma posição confortável, na qual seja possível permanecer por um bom tempo sem se mover. Pode-se se sentar com as pernas cruzadas ao estilo oriental ou deitar-se com a barriga para cima, as pernas esticadas e os pés unidos. 

O importante é que seja uma posição confortável o suficiente para atrair o sono lentamente e adormecer.

Após isso fazer um relaxamento de todo o corpo.

 O próximo passo é a concentração utilizando um Koan.

Koan é uma frase enigmática que tem como objetivo propor um problema à mente que ela não consegue resolver. Dessa forma fazemos com que a mente se canse procurando uma resposta que ela não pode encontrar, uma vez que a resposta para um koan está além da mente, em um nível superior.

Conforme a mente vai se cansando ela vai também se aquietando até ficar em completo silêncio.

 Esse é o objetivo do koan: silenciar a mente e ao mesmo tempo atrair levemente o sono. Quando adormecemos com a mente em silêncio experimentamos a grandiosidade do despertar da consciência.

 “O sexto Patriarca perguntou ao Bodhidharma: Como é possível alcançar o Tao?

O Bodhidharma respondeu: Exteriormente, toda atividade cessa; interiormente, a mente deixa de agitar-se. Quando a mente se converteu num muro, então advém o Tao.”

 Pode-se escolher um dos koans abaixo para praticar a meditação:

 "Quem é aquele que está só no meio de dez mil coisas?"

 "Se tudo se reduz à unidade, a que se reduz a unidade?"

 “Não é a mente, não é o Buda, não é nada. O que isso significa?”

 Então o que fazemos é lançar qualquer uma dessas perguntas à mente e ordenar-lhe para que responda. A mente é claro, tenderá a não obedecer, a trazer respostas erradas (pois ela não conhece a resposta para um koan) ou desviar para outros pensamentos.

Deve-se insistir para que ela obedeça e traga a resposta para o koan.

Categoria: ARTIGOS GNÓSTICOS
Escrito por Odair às 17h07
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20/04/2006


MANTRA AUM

O AUM é uma sílaba constituída por três letras: A, U e M, e pronuncia-se OM.  AUM é o símbolo universal do Yoga e do Hinduísmo.  

Traçado, é um Yantra(símbolo) Pronunciado é um Mantra. 

Representa o verbo divino em forma audível. Representa o Fogo solar, a Unidade, a Imensidão, o Cosmos, pois contem a essência de todos os sons que podem ser pronunciados, assim como o Passado, o Presente e o Futuro. É a semente de todos os Mantras e de toda a Consciência. Nesta sílaba, 'A' representa o Criador, a Criação, o Fogo, a Ação, Brahma; 'U' representa o Conservador, o Sol, a Consciência, Vishnu; 'M' representa o Destruidor, o Vento, a Vontade, Shiva. Ela reune os três grandes poderes-divindades do panteão brahmânico.

Existem os Saguna Mantra e os Nirguna Mantra. Os primeiros são os que têm tradução e aludem a uma pessoa, cuja forma pode ser visualizada. Os segundos podem ter tradução ou não, e são abstratos no seu sentido. Por exemplo: "AUM Namah Shivaya" é um Saguna Mantra pois refere-se a Shiva, o criador do Yoga. Já o AUM sozinho é um Nirguna Mantra pois se refere a ninguém, senão ao Absoluto. AUM não tem tradução alguma, mas devido à grande gama de efeitos sobre o corpo e a mente de quem o vocaliza ou mentaliza, é considerado o "Corpo de Deus".

É o  mais poderoso de todos os mantras. Todos os outros são considerados "aspectos do AUM" e "AUM" é a matriz de todos os demais mantras. Todas as letras do alfabeto são emanações do som primordial representado pelo supremo mantra AUM. O AUM é a origem e o fim de todo verbo. Todo o Universo procede de AUM, conserva-se em AUM e nele se dissolve. AUM é a Criação, a Conservação e a Renovação da Trimurti (trindade) hindu. Logo, de todos os mantras utilizados para a meditação, o AUM é o que produz melhores resultados.

AUM é o bija mantra do ájña chakra, isto é, o som-semente que desenvolve o centro de força da terceira visão, responsável pela intuição, meditação e pelos fenômenos da telepatia e da clarividência. Sendo o mantra mais completo e equilibrado, sua vocalização não oferece nenhum perigo nem contra-indicação. É um mantra altamente positivo que impede sentimentos malévolos e transmuta os pensamentos negativos em seus complementares elevados. Atua profundamente no sistema nervoso e no glandular. É estimulante e ao mesmo tempo tranqüilizante pois consiste numa vibração sáttvica (que contém em si, tamas e rajas sublimados).

Quando se escreve o AUM em caracteres sânscritos (deva nagari) ele se torna um símbolo gráfico e é denominado Yantra. A especialidade que estuda a ciência de traçar e utilizar os símbolos denomina-se Yantra Yoga. O AUM pode ser traçado de diversas formas. Cada maneira de traçar encerra determinada classe de efeitos e de características ou tendências filosóficas. Cada escola adota um traçado típico do OM que tenha a ver com os seus objetivos e passa a constituir símbolo seu, não se devendo usar outro tipo de traçado para que não haja choque de egrégoras."

O termo em Sanscrito ou Mantra AUM, alude a linguagem como emanação ou expressão do Manas, a Mente. Um Mantra é um instrumento da Mente, do Pensamento. Na filosofia Hindú, um texto Sagrado, uma oração, um verso, uma palavra ou um simples Som pode ser um Mantra.

Conta a Tradição Hindú que o AUM foi revelado a os Sri ( Sábios videntes ) que receberam os Vedas em tempos imemoriais, quando estavam em estado arrebatado de meditação, em contato com o "Alto".

Antes do Universo manifesto ( mana-rupa: o mundo dos nomes e das formas ), se encontra o Eterno Logos, Verbo fundamental de Deus, que contem em sí, em potência, todas as idéias, todos os nomes e todas as formas. O AUM é considerado o Som mais próximo desta Palavra Divina e origem de todas as demias.

Todo o Universo vibra em AUM. Seus diversos eventos constituintes são modulações do AUM básico: energia vibrando em várias frequencias. OM é Nada-Brahman, "o Som do Absoluto". Por isto sua repetição se torna um veículo para focar a "nossa" consciência com A Consciência Absoluta.

Categoria: ARTIGOS GNÓSTICOS
Escrito por Odair às 20h13
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10/04/2006


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Códigos de Nag Hammadi

NAG HAMMADI - Pequena localidade no Alto Egito, onde em 1945, o camponês Muhammad Ali as-Salmman, encontrou um grande pote vermelho de cerâmica, contendo 13 livros de papiro encadernados em couro. No total descobriram cinquenta e dois textos naquele sítio.

Na primeira análise, para surpresa do Dr. Quispel, a primeira linha traduzida do copta foi: "Essas são as palavras secretas que Jesus, O Vivo, proferiu, e que seu gêmeo, Judas Tomé, anotou".

Os manuscritos, hoje conhecidos como Evangelhos Gnósticos, ou Apócrifos (Apocryphom literalmente livro secreto), revelam ensinamentos, apresentados segundo perpectivas bastante diversas daquelas dos Evagelhos Oficiais da Igreja Romana; como por exemplo este trecho atribuído a Jesus, o Vivo: "Se manifestarem aquilo que têm em si, isso que manifestarem os salvará. Se não manifestarem o que têm em si, isso que não manifestarem os destruirá".

Além dos Evangelhos (ensinamentos atribuídos a Jesus Cristo através de seus apóstolos) outros textos compõem o legado de Nag-Hammadi, de cunho teológico e filosófico.

Os papiros encontrados em Nag-Hammadi, tinham cerca de 1.500 anos, e eram traduções em copta de manuscritos ainda mais antigos feitos em grego e na língua do Novo Testamento, como constatou-se, ao verificar que parte destes manuscritos tinham sido encontrados em outros locais, como por exemplo alguns fragmentos do chamado Evangelho de Tomé. As datas dos textos originais estão estimadas entre os anos 50 e 180, pois em 180, Irineu o bispo ortodoxo de Lyon, declarou que os hereges "dizem possuir mais evangelhos do que os que realmente existem".

Acredita-se que os manuscritos foram enterrados por volta do século 4, quando na época da conversão do imperador Constantino, os bispos católicos, passaram ao poder e desencadearam uma campanha contra as heresias. Então, algum monge do mosteiro de São Pacômio, nas cercanias de Nag-Hammadi, tomou os livros proibidos e os escondeu no pote de barro, onde permaneceram enterrados por 1.600 anos!

Códigos de Nag-Hammadi (Catalogados em Inglês)

Codex I.
1.The Prayer of the Apostle Paul.
2.The Apocryphon of James.
3.The Gospel of Truth.
4.The Treatise on the Ressurrection.
5.The Triparite Tractate.

II.
1.The Apocryphon of John.
2.The Gospel of Thomas.
3.The Gospel of Philip.
4.The Hypostasis of the Archons.
5.On the Origin of the world.
6. The Exegesis on the soul.
7.The Book of Thomas the contender.

III.
1.The Apocryphon of John.
2. The Gospel of the Egyptians.
3.Eugnostos the Blessed.
4.The Sophia of Jesus Christ.
5. The Dialogue of the Saviour.

IV.
1.The Apocryphon of John.
2. The Gospel of the Egyptians.

V.
1.Eugnostos the Blessed.
2.The Apocalypse of Paul.
3.The first apocalypse of James.
4.The second apocalypse of James.
5.The Apocalypse of Adam.

VI.
1.The Acts of Peter and the twelve apostles.
2.Thunder, Perfect mind.
3.Authoritative Teaching.
4.Concept of our great Power.
5.Plato`s Republic 588a-589b.
6.Discourse on the eight and the ninth.
7.The Prayer of thanksgiving.
7a. Scribal Note.
8. Asclepius 21-29.

VII.
1.The Paraphrase of Shem.
2.The Second treatise of the Great Seth.
3.The Apocalypse of Peter.
4.The Teachings of Silvanus.
5.The Three Steles of Seth.

VIII.
1.Zostrianos.
2.The Letter of Peter to Philip.

IX.
1.Melchizedek
2.The Thought of Norea.
3.The Testimony of Truth.

X.
1.Marsanes.

XI.
1.The Interpretation of Knowledge.
2.An Valentinian Exposition.
2a.On the Anointing..
2b.On the Baptism A.
2c.On the Baptism B.
2d.On the Eucharist A.
2e. On the Eucharist B.
3.Allogenes.
4.Hypsiphrone.

XII.

1.The Sentences of the Sextus.
2.The Gospel of Truth.
3.Fragments

XIII.
1.Trimorphic Protennoia.
2.On the Origin of the world.

Categoria: ARTIGOS GNÓSTICOS
Escrito por Odair às 20h08
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08/04/2006


ÁRVORE CABALÍSTICA

Escrito por Odair às 16h14
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03/04/2006


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O Mantra dos Invencíveis

Conferência proferida por Samael Aun Weor

O mantra que vou lhes dar é muito simples:

Gate, gate, paragate, parassamgate, bodhi suaha.

Este mantra pronuncia-se assim:

Gaaateee... Gaaateee... Paaaraaagaaateee... Parassssamgaaateee... Booodhiii-suaaahaaa...

Em nossos corações tem de ficar gravado. Este mantra é pronunciado suavemente, profundamente, e no coração. Pode também ser usado como verbo silencioso, porque há dois tipos de verbo, o verbo articulado e o verbo silencioso. O verbo silencioso é poderoso.

Mantra dos Invenciveis

Este mantra abre o Olho de Dagma. Este mantra, profundo, um dia os levará a experimentar o Vazio Iluminador, na ausência do Ego. Então saberão o que é o Sunyata, então vocês entenderão o que é o Prajñaparamita.
Perseverança é o que se necessita, com este mantra vocês poderão chegar muito longe. Convém experimentar a Grande Realidade alguma vez, isso nos enche de ânimo para lutar contra nós mesmos. Esta é a vantagem do Sunyata, esta é a maior vantagem que existe com relação à experiência do Real.

E para aproveitar a meditação e o mantra devidamente, vamos entrar por um momento em meditação com o mantra. Portanto, rogo a todos os irmãos entrar em meditação. Relaxamos o corpo completamente e depois nos entregamos totalmente a nosso Deus Interior Profundo, sem pensar em nada, unicamente recitando o mantra completo, com a mente e o coração. A meditação deve ser profunda, muito profunda, os olhos fechados, o corpo relaxado, completamente entregues a nosso Deus interior. Não se deve admitir nenhum pensamento nestes instantes, a entrega a nosso Deus deve ser total, somente o mantra deve ressoar em nossos corações. Apaguem as luzes, relaxem o corpo. Relaxamento completo e entrega total a nosso Deus Interior Profundo. Não pensem em nada, por nada, por nada...

Recitarei o mantra, eu o repetirei muitas vezes para que não se esqueçam:

Gaaateee... Gaaateee... Paaaraaagaaateee... Parassamgaaateee... Booodhiii-suaaahaaa...

Continuem repetindo em seus corações, não pensem em nada... Entreguemo-nos a nosso Deus...

Sintam-se como um cadáver, como um defunto...

Observem como as pessoas que se dizem intelectuais são cheias de estranhas manias, alguns deixam o cabelo desalinhado, se coçam espantosamente, fazem mil palhaçadas; claro, é produto de uma mente mais ou menos deteriorada, destruída pelo batalhar das antíteses.
Se a todo conceito colocamos uma objeção, nossa mente termina brigando sozinha. Como conseqüência, vêm as enfermidades ao cérebro, as anomalias psicológicas, os estados depressivos da mente, o nervosismo, que destroem órgãos muito delicados como o fígado, o pâncreas, o baço etc. Mas se nós aprendemos a não ficar fazendo objeções, e deixar que cada qual pense como quiser, que diga o que quiser, terminarão as lutas dentro do intelecto e em seu lugar virá uma Paz verdadeira.

A mente das pobres pessoas briga o tempo todo. Briga consigo mesma espantosamente, e isso nos conduz por um caminho muito perigoso, que leva a enfermidades do cérebro e de todos os órgãos, destruição da mente, porque muitas células são queimadas inutilmente. Há que viver em santa paz, sem fazer objeções, que cada qual diga o que quiser e pense o que quiser. Nós não devemos fazer objeções, assim andaremos como deve ser, conscientemente.

Temos de aprender a viver. Infelizmente, não sabemos viver, estamos metidos dentro da Lei do Pêndulo. Mas reconheço aqui, conversando com vocês, que não é coisa fácil não colocar objeções. Saímos daqui, pegamos nosso carrinho e logo adiante alguém vem e nos dá uma fechada. Se não dizemos nada, pelo menos tocamos a buzina em sinal de protesto. Ainda que seja buzinando, protestamos.

Se alguém nos diz algo, em um momento que abandonamos a guarda, é certo que protestamos, fazendo objeções. É muito difícil, espantosamente difícil, não fazer objeções. No mundo oriental já se refletiu muito sobre este assunto, e também no mundo ocidental. Eu creio que há vezes em que é necessário apelar a um poder superior a nós mesmos, se é que queremos liberar-nos desta questão das objeções.

Em certa ocasião, lá pelas terras do mundo oriental, um monge budista ia caminhando, em um inverso espantoso, cheio de gelo e de neve, de animais selvagens. Claro que isto proporcionava sofrimentos ao pobre monge, que, naturalmente, protestava e colocava objeções. Mas o pobre teve sorte. Quando estava quase desmaiando, lhe apareceu em meditação Amitaba (Amitaba em verdade é o Deus Interno de Gautama, o Buda Sakyamuni) e lhe entregou um mantra para que pudesse manter-se forte e não fazer objeções, uma ajuda para que ele não ficasse protestando toda hora, contra si mesmo, contra a neve, contra o mundo.

Esse mantra é utilíssimo, vou vocalizar bem para que vocês o guardem na memória e para que fique também gravado nas fitas que vocês trazem em seus gravadores:

Gaaatteee... Gaaatteee... Gaaatteee...

É melhor soletrar: G - A - T - E. Entendo que este mantra permitiu àquele monge budista abrir o Olho de Dagma, e isso é interessante, se relaciona com a iluminação interior profunda e com o Vazio Iluminador...

Houve necessidade dessa ajuda, porque não é tão fácil deixar de colocar objeções. Um momento em que a pessoa se descuida da guarda, já está colocando objeções a tudo, à vida, ao dinheiro, à inflação, ao frio, ao calor etc. Muitos protestam porque está fazendo frio, ou porque está fazendo calor, protestam porque não têm dinheiro, protestam porque um mosquito lhes picou, protestam por tudo.

Em realidade e de verdade, quando alguém vive fazendo objeções, se prejudica horrivelmente, porque o que ganha por um lado dissolvendo o Ego, está perdendo por outro lado, com as objeções. Se alguém está lutando por não sentir ira, mas está fazendo objeções, pois o demônio da ira volta a tomar força. Se está lutando terrivelmente para eliminar o demônio do orgulho, se coloca objeções à má situação, a isto ou aquilo, volta a fortalecer esse demônio. Se está fazendo um esforço para acabar com a abominável luxúria, mas se em um dado instante coloca objeções, "porque a mulher não quer Ter relações sexuais com ele", ou a mulher, "porque o homem não a procura", e cinqüenta mil objeções deste tipo, pois está fortalecendo o demônio da luxúria.

Assim, se de um lado estamos lutando por eliminar os agregados psíquicos e por outro os estamos fortalecendo, simplesmente estancamos. Portanto, se vocês querem, em realidade e de verdade, eliminar os agregados psíquicos, têm de acabar com essa questão das Objeções. Se não procedem assim, se estancam inevitavelmente, não vão progredir de maneira alguma. Quero que compreendam isto de uma vez.

Categoria: ARTIGOS GNÓSTICOS
Escrito por Odair às 19h13
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01/04/2006


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Sutra do Coração da Sabedoria

Prajna Paramita Sutra  


Quando o Bodhisattva da compaixão Avalokiteshvara praticava as profundezas de Prajna Paramita, ele claramente percebeu o Vazio e a não-xistência de todas as coisas, livrando-se desta forma da dor e do sofrimento.

Ó, Sariputra, aqui a forma é o Vazio e o Vazio é a forma, tudo que tem orma é exatamente o Vazio e tudo que é Vazio é exatamente a forma. Dessa maneira, as sensações, as concepções, a discriminação e a consciência ão também vazias e desprovidas de substância.

Ó, Sariputra, o Vazio de todas as coisas não foi criado e não pode ser destruído e, dessa maneira, o Vazio não há forma, não há sensações, não há discriminação e não há consciência. Não há olho, não há ouvido, não há nariz, não há língua, não há corpo e não há mente. Não há cor, não há som, não há cheiro, não há gosto, não há tato e não há fenômenos. Nada existe desde o reino da visão até o reino da consciência, não há ignorância nem a extinção da ignorância, não há nascimento, não há sofrimento, não há causa do sofrimento, não há velhice, não há morte, não há extinção do nascimento, extinção do sofrimento, da velhice ou da morte, não há sabedoria e iluminação e nada há para ser ganho.

Como nada há para ser ganho, o Bodhisattva vive em Prajna Paramita e não há obstáculos em seu coração, e, sem obstáculos, não há medo, e, muito além dos pensamentos ilusórios, ele atinge o Paranirvana. Todos os Buddhas do passado, do presente e do futuro obtiveram completa sabedoria e perfeita iluminação praticando Prajna Paramita. Saiba, então, e repita o grande Mantra, o brilhante e inigualável Mantra que completamente elimina todo sofrimento - essa é a verdade, e não mentira. Estabeleçam este Mantra e digam:

Gate! Gate! P a r a g a t e! Parasamgate! Bodhi svaha! Prajna Paramita Sutra!

 

Maka Hannya Haramitta Shingyõ

KAN JI ZAI BO SATSU. GYÔ JIN HAN NYA HA RA MI TA JI. SHÔ KEN GO ON KAI KÛ. DO I' SAI KÛ YAKU.
SHA RI SHI. SHIKI FUI I KÛ. KÛ FU I SHIKI. SHIKI SOKU ZE KÛ. KÛ SOKU ZE SHIKI. JU SÔ GYÔ SHIKI YAKU BU NYÔ ZE.
SHA RI SHI. ZE SHO HÔ KÛ SÔ. FU SHÔ FU METSU. FU KU FU JO. FU ZO FU GEN.
ZE KO KÛ CHÛ. MU SHIKI MU JU SÔ GYÔ SHIKI. MU GEN NI BI ZE' SHIN I. MU SHIKI SHÔ KÔ MI SOKU HÔ. MU GEN KAI NAI SHI MU I SHIKI KAI. MU MU MYÔ YAKU MU MU MYÔ JIN. NAI SHI MU RÔ SHI. YAKU MU RO SHI JIN.
MU KU SHÛ METSU DÔ. MU CHI YAKU MU TOKU. I MU SHO TO' KO. BO DAI SA' TA. E HAN NYA HARA MI TA KO. SHIN MU KE GE. MU KE GE KO. MU U KU FU. ON RI I' SAI. TEN DÔ MU SÔ. KU GYÔ NE HAN.
SAN ZE SHÔ BUTSU. E HAN NYA HA RA MI TA KO. TOKU A NOKU TA RA SAN MYAKU SAN BO DAI.
KO CHI HAN NYA HA RA MI TA. ZE DAI JIN SHU. ZE DAI MYÔ SHU. ZE MU JÔ SHU. ZE MU TÔ DÔ SHU.
NÔ JO I' SAI KU SHIN JITSU FU KO. KO SETSU HAN NYA HA RA MI TA SHU. SOKU SETSU SHU WATSU.
GYA TÊ GYA TÊ. HA RA GYA TÊ. HARA SÔ GYA TÊ. BO JI SOWA KA.
HAN NYA SHIN GYÔ.


Categoria: ARTIGOS GNÓSTICOS
Escrito por Odair às 15h36
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03/02/2006


Ensinamentos do Buda

Buda estabeleceu oito princípios ou Regras de Vida que devem ser observadas pelos seus seguidores... e por todos:

  • "A Verdadeira Crença: é a crença de que a Verdade é o guia do Homem;
  • A Verdadeira Resolução: ser sempre calmo e nunca fazer dano a nenhuma criatura viva;
  • A Verdadeira Palavra: nunca mentir, nunca difamar ninguém e nunca usar linguagem grosseira ou áspera;
  • O Verdadeiro Comportamento: nunca roubar, nunca matar, e nunca fazer nada de que uma pessoa possa mais tarde arrepender-se ou envergonhar-se;
  • A Verdadeira Ocupação: nunca escolher uma ocupação que seja má, tal como falsificação, manejo de coisas roubadas e coisas semelhantes;
  • O Verdadeiro Esforço: procurar sempre o que é bom e afastar-se do que é mau;
  • A Verdadeira Contemplação: ser sempre calmo e não permitir-se pensamentos que sejam dominados pela alegria ou pela tristeza;
  • A Verdadeira Concentração: consegue-se quando todas as outras regras forem seguidas e uma pessoa tenha atingido o nível da paz perfeita".

 

  • Não Creiais em coisa alguma pelo fato de vos mostrarem o testemunho escrito de algum sábio antigo;
  • Não Creiais em coisa alguma com base na autoridade de mestres e sacerdotes;
  • Aquilo, Porém, que se enquadrar na vossa razão, e depois de minucioso estudo for confirmado pela vossa experiência, conduzindo ao vosso próprio bem e ao de todas as outras coisas vivas:
  • A Isso aceitai como verdade;
  • Por Isso, pautai vossa conduta!

Categoria: ARTIGOS GNÓSTICOS
Escrito por Odair às 19h54
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28/04/2005


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AS SETE REGRAS DE PARACELSO

Autor: Paracelso

1. Melhorar a saúde.Para tal há que respirar com a maior freqüência possível, de forma profunda e rítmica, enchendo bem os pulmões, ao ar livre ou assomado a uma janela. Beber diariamente dois litros de água, comer muitas frutas, mastigar os alimentos do modo mais perfeito possível, evitar o álcool, o tabaco e os medicamentos, a menos que estejas submetido a algum tratamento por alguma causa grave. Tomar banho diariamente, é um hábito que deves à tua própria dignidade.

2. Despego absoluto de teu ânimo, por mais motivos que existam, a toda idéia de pessimismo, rancor, ódio, tristeza, vingança e pobreza. Fugir como se fosse da peste, de todas as pessoas maledicentes, viciosas, ruins, indolentes, invejosas, vaidosa ou vulgares e inferiores por natureza baixa de entendimento ou por tópicos sensualistas que formam a base de seus discursos ou ocupações. O cumprimento desta regra é de importância decisiva: trata-se de mudar a contextura espiritual da tua alma. É o único meio de mudar o teu destino, pois este depende de nossos atos e pensamentos. O azar não existe.

3. Faz todo o bem possível. Auxilia a todo o desgraçado sempre que possas, mas jamais tenhas debilidades por nenhuma pessoa. Deves cuidar de tuas próprias energias e fugir de todo o sentimentalismo.

4. Há que esquecer toda a ofensa, mais ainda: esforça-te por pensar bem do maior inimigo. A tua alma é um templo que jamais deve ser profanado pelo ódio. Todos os grandes seres deixaram-se guiar por essa suave voz interior. No entanto não te falará logo, tens que preparar-te por um tempo; destruir as supostas capas de velhos hábitos, pensamentos, e erros que pesam sobre o teu espírito, que é divino e perfeito em si, mas impotente pelo imperfeito do veículo que lhe ofereces hoje para manifestar-se. A carne é fraca.

5. Deves recolher-te todos os dias onde ninguém te possa perturbar, nem mesmo por meia hora, sentar-te o mais comodamente possível com os olhos meio fechados e não pensar em nada. Isto fortifica energeticamente o cérebro e o espírito e te porá em contato com as boas influências, neste estado de recolhimento e silêncio, acontece ocorrer por vezes idéias luminosas, susceptíveis de mudar toda uma existência. Com tempo todos os problemas que se apresentam serão resolvidos vitoriosamente por uma voz interior que te guiará em tais instantes de silêncio, a só com a tua consciência. Esse é o daimon que falava Sócrates.

6. Deves guardar absoluto silêncio de todos os teus assuntos pessoais. Absteres-te, como se tivesses feito julgamento solene, de dizer aos outros, ainda que sejam os teus mais íntimos, tudo o que pensas, ouças, saibas, aprendas, suspeitas ou descubras. Por um tempo alargado deverás ser como uma casa cercada ou um jardim selado. É regra de suma importância.

7. Jamais temas os homens nem te inspire sobressalto o dia de amanhã. Tem a tua alma forte e limpa e tudo te sairá bem. Jamais só nem débil, porque há detrás de ti exércitos poderosos, que não imaginas nem em sonhos. Se elevas o teu espírito não existirá mal que te possa tocar. O único inimigo a quem deves temer é a ti mesmo. O medo e a desconfiança no futuro são mães funestas de todos os fracassos, atraem as más influências e com elas o desastre. Se estudas atentamente as pessoas de boa sorte, verás que intuitivamente, observam grande parte das regras que antecedem. Muitas das que chegam a grande riqueza, é certo que não são de todo boas pessoas, no sentido reto, no entanto possuem muitas virtudes que em cima se mencionam. Por outro lado, a riqueza não é sinônimo de virtude; pode ser um dos fatores que a ela conduz, pelo poder que nos dá para exercer grandes e nobres obras; no entanto a virtude mais duradoura só se consegue por outros caminhos; ali onde nunca impera o antigo Satã da lenda, cujo verdadeiro nome é o egoísmo. Jamais te queixes de nada, domina os teus sentidos; foge tanto da humildade como da vaidade. A humildade te tirará forças e a vaidade é tão nociva, que é como se dissesse-mos: pecado mortal contra o espírito santo. 

Categoria: MAGIA PRÁTICA
Escrito por Odair às 18h50
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26/04/2005


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ESCOLAS ESOTÉRICAS

Autor: Samael Aun Weor

“Devemos lutar até a morte para fazer o Movimento Gnóstico cada vez mais e mais poderoso. Necessitamos que este Movimento se faça Onipotente para o bem de tantos milhões de seres humanos que estão no caminho da Segunda Morte. Necessitamos ser compassivos e entregar à Humanidade a Doutrina Solar, custe o que custar.” (SAMAEL AUN WEOR)


Pessoas mal intencionadas e de pouca compreensão crêem, equivocadamente, que o Movimento Gnóstico está contra todas as Escolas, Religiões, Ordens, Sociedades Espirituais ou Seitas.

Nada pode estar mais longe da verdade que o fato de nos considerarem inimigos de todas essas organizações mencionadas. Realmente, nós não estamos contra ninguém. Só assinalamos e indicamos onde está o perigo. Porque de tudo há na seara do Senhor; se há rosas, também há espinhos; existem escolas de magia negra e magos negros disfarçados com pele de ovelha.

Consideramos um dever assinalar o perigo. Os Irmãos do Templo estão obrigados a falar quando se deve falar e a calar quando se deve calar. Há silêncios delituosos e palavras infames. É tão mau falar quando se deve calar, como calar quando se deve falar.

Não obstante, isso não significa que nós, os Irmãos do Templo, estejamos em contra alguém. Não odiamos ninguém, não atacamos ninguém; só assinalamos o perigo, isso é tudo...

Há quatro tipos de Escolas:
1 – Escolas que ensinam fabricar Alma.
2 – Escolas que ensinam fabricar Alma e Espírito.
3 – Escolas que servem de Jardim de Infância à humanidade.
4 – Escolas de Magia Negra.

Examinemos aqui [nesta seção]estas quatro classes de Escolas em ordem sucessiva.

Categoria: ARTIGOS GNÓSTICOS
Escrito por Odair às 20h09
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PAPA - BENTO XVI

O que tem a ver o novo papa Bento XVI com as profecias de S. Malaquias, se perguntará o desavisado leitor?!



O PENÚLTIMO PAPA

Autor: Karl Bunn






 





Bem que tentaram esquecer e desmerecer a Profecia de São Malaquias sobre o penúltimo Papa. Mas não deu! Está lá, em letras bem grandes: PAPA BENTO XVI.

- O que tem a ver o Bento XVI com as profecias de S. Malaquias, se perguntará o desavisado leitor?!

Aparentemente, nada! Mas, entremos no labirinto... E de lá sairemos com a frase lapidar que é atribuída ao penúltimo dos Papas.

São Bento é o criador e patriarca da vida monacal dentro da Igreja. Sua Ordem é a Ordem dos Beneditinos... Também conhecida como Olivetanos... Ou das Oliveiras...

Logo, é bem aplicável a frase lapidar de São Malaquias para o novo Papa ao ter assumido a série papal dos Bentos ou Beneditinos Olivetanos: DE GLORIAE OLIVAE.

Mas, o que poucos compreendem ou conseguem antever é o 16 após o Bento. Esse 16, no Tarot, é a TORRE FULMINADA. É a mesma carta que saiu no julgamento da humanidade em 1950.

- O que quer dizer isso?

Quer dizer DESTRUIÇÃO! FATALIDADES! DESASTRES! [Ao extremo!]

As razões para seu papado terminar em desastre e num RACHA na Igreja são muitas. O novo papa se mostra conservador [o que é uma virtude em se tratando de fé]. Mas, por recorrência, ele era o responsável pela ordem sucessora do nefasto Santo Ofício medieval, que torturou e queimou milhares na Europa – um terrível karma repousa sobre esse “santo” Ofício, hoje responsável pelos assuntos da fé cristã.

O mundo gostaria de ver o novo papa liberalizando usos e costumes modernos, como anticoncepcionais, abortos, casamentos homossexuais e pesquisas com células-tronco [um eufemismo para assassinato de fetos que só uma ciência anticristã poderia levar adiante] sem considerar a liberação das novas teologias que mais e mais se afastam do cerne doutrinário original [em lugar disso deveriam estudar O Cristo Social e Transformação Social da Humanidade de Samael Aun Weor].

Portanto, de um lado temos os ultraconservadores, dos quais o novo papa é o máximo expoente. De outro lado temos a ala progressista, que simpatiza com a simplificação ainda maior da doutrina do Cristo e dos Apóstolos, como se não bastasse havê-la reduzido a um amontoado de crenças e superstições nesses 2000 anos. Portanto, o cenário do RACHA está pronto. É só esperarmos pelas próximas jogadas.

A missão deste novo papa é bem difícil. A igreja romana está mergulhada em enormes problemas, como os escândalos de pedofilia e a fuga maciça de ovelhas para outros rebanhos. Nos países de terceiro mundo os padres são célibes apenas na aparência [com as exceções de sempre] porque grande parte tem suas amantes, e isso é do conhecimento de Roma. Não que a vida não-celibatária dos padres seja um problema maior a nosso ver. Do ponto de vista espiritual-esotérico a repressão pura e simples é mais desastrosa que levar uma vida normal. Faltou a São Bento haver escrito em suas REGRAS os procedimentos da Castidade Científica, como ensina a Gnose. Isso teria evitado tantos escândalos sexuais na história da igreja romana. Seja como for, esse papado tem tudo para ser curto, e nao é especificamente pela sua frágil saúde atual ou sua idade avançada [78 anos]. Dizem certas profecias que seu papado pode terminar antes de 2010. Pessoalmente, não acreditamos em datas, visto que não é dado aos humanos conhecer com precisão as datas...

O nome escolhido - Bento XVI - é uma mensagem cifrada, bem coerente com o espírito conservador do cardeal Ratzinger. O Bento anterior estava à frente da igreja romana na I guerra mundial. E há tudo armado para o Bento XVI estar a frente da mesma igreja na III guerra mundial, que se avizinha muito rápido.

O fato de ele ser alemão também tem um significado importante, porque cada povo, nação ou tribo tem um traço fundamental e desempenha um papel no mundo. Não por acaso a Alemanha foi causa de duas guerras mundiais. Portanto, a escolha de um alemão implica num significado relacionado à forma como tudo irá ser conduzido e acontecer nos próximos anos dentro da igreja.

A frase lapidar DE GLORIAE OLIVAE esconderá ainda por algum tempo a causa secreta de seu epíteto. Não cremos que ver a igreja destruída ou levá-la à destruição seja A Glória das Oliveiras , sem importar se essa destruição venha por causa de um cisma (muito provável) e/ou por meio do desentendimento dos homens no campo político, mergulhando o mundo na destruição global - que é o vaticínio mais forte e definitivo previsto para nossos dias.

Mas, não há dúvida que, para fazer jus ao GLORIAE OLIVAE , o novo papa deve encabeçar e reafirmar como nunca os valores morais, monacais e espirituais de São Bento, o fundador da Ordem dos Olivetanos - e, para isso, sem dúvida, o "panzerkardinal" é o mais indicado. Em assim fazendo, seu papado cumprirá a máxima de elevar à Glória as REGRAS criadas pelo fundador da Ordem dos Beneditinos.

Os próximos anos serão definitivos na história da humanidade atual.

Categoria: ARTIGOS GNÓSTICOS
Escrito por Odair às 19h58
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04/09/2004


Meus Filhos

Escrito por Odair às 18h44
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